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A importância do diagnóstico e intervenção precoce no TEA


Escrito por Dra. Natalia Neiva| Revisado por Dra. Jessica Caetano Barbosa O Transtorno do Espectro Autista (TEA) vem sendo estudado a algum tempo, contudo ainda existem inúmeros questionamentos sem resposta. O TEA é caracterizado por uma alteração neurológica que traz dificuldade na comunicação e interação social, além da presença de movimentos estereotipados e comportamentos restritos. Essas são as características que serão observadas, porém a gravidade e a intensidade desses sintomas irão variar de paciente para paciente.  Com acompanhamento adequado com consultas regulares, geralmente, o pediatra começa a perceber sinais de autismo entre 12 a 24 meses de idade, com base nas queixas e relatos dos cuidadores e nos marcos do desenvolvimento mês a mês avaliados. A partir do 1° ano de vida quando há indícios dos chamados sinais sugestivos (não responder ao nome, não seguir objetos ou pessoas enquanto movimentam, não aceitar toque, não apresentar sorriso social, não realizar vocalização ...) o pediatra pode aplicar escalas de rastreio para iniciar triagem dos pacientes suspeitos e assim encaminhar para neuropediatra. Apesar de tudo isso, a média de idade para diagnóstico do TEA é de 4 anos. Como o TEA não tem cura, as pesquisas estão sendo direcionadas cada vez mais no impacto positivo…...

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